Archive for Mulher

Preconceito, substantivo feminino?! (parte 1)

Eu tô azeda com um episódio de racismo que vivi recentemente na Europa. Resumindo bem a situação, estou namorando com um europeu « loiro dos zôio azul » e fui considerada (pelas costas, é claro), como uma aproveitadora, que está com ele para obter cidadania. Bom, passei da fase 1 = « sangue nos zóio » + « provar que não é verdade » para a fase 2 = « tentar digerir e racionalizar o assunto ». Pois bem : em plena era tecnológica, resolvi dar uma googlada em « mulheres brasileiras visto », e eis que me deparo, via um blog, com a capa da revista « Focus », com uma bunda e a chamada “Os segredos da mulher brasileira “.

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Estou colaborando quinzenalmente no blog “Blogueiras feministas”. Sim, resolvi sair do armário… Em breve, a brilhante série “Saindo do armário”, não percam!

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Feminazi

Contextualizando um pouco…

Ontem, no blog do Nassif, foi publicado um texto que provocou muita indignação na blogosfera feminista. Só para contextualizar um pouco a história, o Nassif publicou um comentário avulso do André, em que o autor critica as feminazis, que, segundo o autor, serve para designer “feministas radicais” (seja lá o que isso queira dizer, mas enfim…) Na verdade, o que me espantou muito (e à maioria das integrantes da lista “blogueiras feministas”, foi ver um texto com um alto teor preconceituoso publicado num blog de esquerda, dito progressista, sem nenhuma ressalva por parte do dono do blog. Até, então, não fica muito claro para mim qual é o posicionamento  de Nassif em relação aos comentários de André, pois o comentário só foi descontextualizado e  colado num post, sem maiores explicações. O que tendo a pensar, quando vejo algo assim, é que quem publicou o post concorda com a opinião ali exposta. Caso não seja assim, então devo dizer que Nassif falhou em não explicitar as razões de publicar um post com tal teor reacionário.

Alguns equívocos contidos no texto de André

Na tentativa de demonstrar as incoerências dos comentários de André, transformados num post por Nassif, algumas pessoas, incluindo a Lola, fizeram posts para explicar como os argumentos de André são falaciosos e preconceituosos (vale ressaltar que a assertividade das respostas rendeu o título de « barraqueiras » àquelas que se manifestaram. Aliás, essa palavra é frequentemente utilizada para se referir pejorativamente a mulheres, apenas. Ou você já viu algum homem ser chamado de « barraqueiro » ? Mas divago…). Aí vão alguns argumentos levantados pela Lola (suprimi alguns trechos irônicos, já que ironia feminina pode ser poerigosamente rotulada de « barraco) :

1-      «André diz que feminazis são feministas radicais, sem definir exatamente o que seria esse radicalismo. Ele parte da dúvida “Seria Dilma uma feminazi?” (pois Dilma, numa entrevista pro Washington Post, disse que era contra o apedrejamento de mulheres). Mais adiante, nos comentários, ele diz que sim, a declaração de Dilma poderia ser interpretada como de uma feminazi, já que ela condenou apenas a morte de mulheres, não de homens. Ou seja, sempre que estivermos falando de estupro, devemos dizer que somos contra os estupros de homens também. Caso contrário, estaremos nos manifestando a favor do estupro de homens. Hum, sério, você já conheceu alguém que fosse contra o estupro de mulheres, mas não o de homens? »

2-      André não fala coisa com coisa, e isso fica ainda mais visível quando ele se atrapalha nos comentários. É incapaz de uma argumentação linear. Por exemplo, quando alguém lhe ensina que o termo feminazi foi criado em 1992 pelo ultraconservador Rush Limbaugh, André diz que só porque algo foi criado por alguém não muito bem-credenciado não significa que haja um erro, e, como exemplo, diz que, se não fossem os americanos, não haveria internet, ou que o rap não deve ser odiado por ser popular entre “a bandidagem”. Hã?

3-      O mal de André com as feminazis é que, pelo que pude entender, algumas mulheres não gostam dele e o veem como inimigo, só porque, em outro post também publicado pelo Nassif, ele defendeu o Dia do Homem, tadinho. Tipo, pra ele as profissões mais mal pagas cabem aos homens. Tsc, tsc. No grande livro que é Backlash, Susan Faludi explica justamente o contrário. Na nossa sociedade, um dos trabalhos que um homem com menor qualificação pode ter é auxiliar de pedreiro. Para a mulher, é empregada. Em geral, um auxiliar de pedreiro ganha mais que uma empregada. Um pedreiro ganha mais que uma cabeleireira. Assim como um chef ganha mais que uma cozinheira. Um estilista de moda ganha mais que uma costureira. Precisa continuar? Fazer com que certas profissões sejam identificadas apenas a um gênero (a maior parte dos psicólogos é mulher; a maior parte dos psiquiatras é homem — quem ganha mais, um psicólogo ou um psiquiatra?) é uma forma de fazer com que mulheres recebam menos que homens. Adoraria ver uma estatística que provasse que não, mulheres têm salários maiores no nosso mundo. Ha, não tem nem quando exercem a mesma função!

 

4-      Nos comentários, André especifica que feminazis são mulheres que querem o extermínio de todos os homens. Hã, talvez tais mulheres existam (eu nunca conheci, mas tem louco pra tudo), mas digamos assim, elas são representativas de alguma coisa?

Acho este último trecho importante, pois o equívoco de André (e de todos aqueles que se dizem contra o feminismo), a meu ver, nasce de uma ignorância em relação ao feminismo. Elas costumam pensar que as feministas odeiam os homens, que são contra os homens e querem destruí-los ou que o feminismo é um machismo ao contrário quando, na verdade, o feminismo só prega a igualdade de direitos. Ser a favor do direito das mulheres não significa ser contra o direito dos homens, certo ?

O equívoco do termo “feminazi”

Bom, voltando à “vaca fria”, por que o termo feminazi gerou tanta indignação ? Porque ele reflete ignorância (pra dizer o mínimo) por parte de quem o usa. É um termo que encontra respaldo apenas no preconceito. A Cynthia Semíramis explicou isso de forma bem didática num post. Reproduzo algumas explicações :

1-      Feminazi é um termo que mostra completa ignorância a respeito não só de feminismo e luta pelos direitos das mulheres, mas de conhecimentos básicos de história. Feministas foram perseguidas pelos nazistas, que tinham uma visão extremamente limitada: mulheres deveriam obrigatoriamente ser mães, portanto estudos superiores e creches foram limitados, e aborto e métodos contraceptivos foram proibidos. O discurso feminista de emancipação das mulheres foi atribuído aos judeus, aumentando os motivos para persegui-los. A política nazista é anti-feminista, como bem demonstrou Kate Millett.

 

2-      Em suma: feminazi é um termo que denota ignorância ou má-fé de quem o profere, pois vai contra tudo o que se sabe sobre nazismo e sobre feminismo. Feminazi é um termo que só é utilizado por conservadores para tentar desqualificar quem luta pela implementação dos direitos das mulheres.

 

O receio da Cynthia (e o meu também) é que o termo comece a ser usado a torto e a direito pela mídia, sem que se atente para o fato de que, no fim das contas, trata-se de uma manipulação conservadora ou, no mínimo, de uma ignorância histórica.

 

O perigoso conservadorismo da esquerda nas discussões de gênero

Na verdade, o que me assutou (e me deixou bem triste), foi ver um termo com alta carga de pereconceito ser utilizado num blog progressista sem nenhuma ressalva. Na verdade, pra mim, isso só legitima o pensamento conservador, a partir do momento em que o próprio Nassif não faz questão nenhuma de diferenciar sua voz da voz da direita. Reproduzo alguns argumentos da Marília Moschkivich, qua aborda não só a attitude do Nassif, mas tantas outras de pessoas que se autointitulam e são intituladas como « progressistas » [grifos da autora]:

1-      A reflexão que quero fazer aqui é de um buraco mais embaixo: o machismo da esquerda, dos progressistas, dos revolucionários. Bem, que um conservador do PP, do PSDB, etc. exiba por aí seu machismo, é esperado. Afinal de contas, em momento nenhum eles pregam a igualdade, a justiça social, etc. O problema maior é quando todos aqueles que se dizem em busca de “um mundo melhor” ou do tal “outro mundo possível” (pra relembrar o mote dos fóruns sociais mundiais) esquecem-se de que as mulheres estão incluídas nessa “justiça”, “igualdade” e “sustentabilidade”.

 

2-      Historicamente entre os partidos comunistas, as questões das mulheres são colocadas em segundo plano, como se a mudança no modo de produção fosse automaticamente instaurar a igualdade de gênero. Como se a classe trabalhadora não tivesse práticas machistas ela mesma – como se tudo fosse uma consequência do capitalismo. Não é. A “causa das mulheres” (mais creches, ou licença maternidade, salários iguais, etc) é considerada secundária e as nós feministas somos consideradas divisionistas, o que representaria um problema na revolução.

 

3-      A esquerda é cheinha de indícios deste tipo de pensamento, a começar pelo fato de que seus partidos não fazem esforço ALGUM para eleger igualitariamente mulheres e homens e têm muito poucas mulheres em diretorias e cargos de poder. Isso sem falar em práticas ainda mais chocantes de militantes, como no PCO pedirem às militantes que usem seu poder de sedução para trazer novos membros e filiados aos partidos. Juro, história real, de uma amiga. Aconteceu mesmo.

 

4-      Ou seja: o discurso é lindo! Revolução, socialismo, comunismo, ecovilas, sustentabilidade ambiental, economia solidária, redes, UHU! Mas quando vamos falar em abolir práticas machistas, opressoras, de dominação, somos comparadas a nazistas. Somos chamadas de chatas e loucas por insistir tanto nesse assunto, como se as mulheres tivessem salários iguais, acedessem a posições iguais no mercado de trabalho, tivessem o mesmo apoio que os homens têm das famílias em suas empreitadas individuais, etc.

Na verdade, a intenção aqui não é de “pichar o Nassif”, mas de pegar o caso como um exemplo ilustrativo de como vários equívocos em relação ao feminismo são simplesmente disseminados por aí. Nossa preocupação é ver isso ocorrendo, inclusive, em meios progressistas, em que acreditamos (ou acreditávamos) ser possível um debate lúcido sobre a igualdade de gêneros. Porque, se um comentário preconceituoso sobre as feministas pode ser publicado, temos direito de resposta. Ou não ?

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Violência contra a mulher (2): violência gratuita

O texto abaixo, reproduzido do blog http://www.in-vestindo.com, mostra como a violência pode ocorrer por motivos não-passionais e ser gratuita mesmo. Minha opinião? Criminalizar um animal desses, óbvio. E também o dono do bar, por não ter prestado socorro e zelado pela sugurança do estabelecimento. Deve, no mínimo, ter seu bar fechado.

Aonde vamos parar?

Ontem cheguei em casa as 4 horas da manhã me perguntando: onde nós vamos parar?

Explico.

Eis os fatos: Fomos eu e mais duas amigas ao Vecchio Giorgio, um barzinho aqui em Floripa que fica na Lagoa da Conceição. Jantamos e subimos para o segundo andar, onde estava tocando uma banda de samba rock. O ambiente estava superlotado, insuportável. Decidimos que iríamos embora, e ainda não passava da 1 da manhã. De repente um rapaz começou a nos empurrar. Uma menina foi pedir para ele parar e ele imediatamente começou a agredi-la. Minha amiga foi separar e ele deu um soco em sua testa. Afundou a testa no mesmo momento. Algumas pessoas foram segurá-lo e ele começou a jogar garrafas nas pessoas. Uma outra menina foi atingida e levou sete pontos.

Questões importantes a serem consideradas:

1- Ninguém conhecia o rapaz. Ele saiu agredindo gratuitamente. Depois voltou  dançar como se nada houvesse acontecido;

2 – O segurança do Vecchio só apareceu depois, quando eu fui chamá-lo e levá-lo ao agressor;

3 – Perceberam que eu falei no singular? É que no Vecchio há apenas UM segurança;

4 – Os funcionários do bar em nenhum momento prestaram auxílio às vítimas. O proprietário do bar em momento nenhum subiu ao segundo andar para ver como estavam as vítimas;

5 – O segurança carregou o agressor e o levou para o andar de baixo, querendo liberá-lo. Como o pessoal do térreo não sabia o que estava acontecendo, tive que me colocar na frente do segurança e começar a gritar para impedir que o agressor fosse liberado;

6 – O proprietário do bar, que como eu disse, em momento nenhum foi verificar a situação das vítimas e não chamou a ambulância, mandou-me calar a boca, porque eu estava exagerando e fazendo tempestade num copo de água (palavras suas);

7 – O agressor ria e debochava da minha cara o tempo todo, dizendo que também me bateria;

8 – Dois meninos conseguiram trazer minha amiga para baixo e um policial civil presente impediu que o dono do bar e seu único segurança liberassem o criminoso. Fomos tentar sair com ela para levar ao hospital (lembrando que ela estava com a testa afundada), mas o dono do bar nos impediu de sair porque não havíamos pago as comandas;

9- Voltei ao caixa, paguei as comandas e saí com a minha amiga (precisavam ver a cara de alívio do dono do bar, que em momento algum ofereceu ajuda, só nos mandou parar de fazer escândalo desnecessário);

10 – Fomos ao hospital, minha amiga tevea testa afundada, um osso do crânio fraturado. Em momento algum apareceu alguém do bar para prestar assistência;

11 – Foi identificado o agressor, Lucas Felicíssimo, natural de Belo Horizonte, estudante da oitava fase de Medicina da UFSC. Dizem que chegou na Delegacia parecendo outra pessoa, aquele sorriso debochado fez-se lágrimas de crocodilo, acompanhados do velho jargão ‘sou inocente’. Quem viu disse que chegava a ser comovente tão brilhante atuação;

12 – O agressor, já acompanhado de advogados, foi liberado. Muitos dos presentes sentiram-se com medo de divulgar seu nome e ser ameaçado de crime de calúnia e difamação;

13 – Lucas Felicíssimo, não tenho medo da verdade. Você deve ter, eu não. Dezenas de pessoas te viram agredindo mulheres, quebrando a cabeça da minha amiga. Não tenho medo de você, seu covarde.

14 – Negligene ou conivente? Qual o adjetivo que melhor se coaduna com o proprietário do bar? E a omissão de socorro? E a falta de humanidade? Seu único interesse foi o de manter a imagem do seu bar, o tempo todo. E a falta de seguranças? E se ele tivesse uma arma? Teria nos matado a todos porque não há nenhuma espécie de controle na entrada. Ah, hoje fiquei sabendo que uma briga muito parecida ocorreu lá no Vecchio no feriado (nem isso levou o dono do bar a contratar mais seguranças);

15 – E o bandido, que em breves tempos será médico? Que tipo de médico é esse, que ao invés de salvar vidas manda duas mulheres que sequer conhecia, sem motivo, para o hospital?

As perguntas permanecem irrespondidas. Espero que a nossa Justiça possa responder algumas delas. Que mundo é esse? Onde vamos parar? Ah, o bandido e o dono do bar a essas alturas devem estar na praia; minha amiga está em casa aguardando uma cirurgia na cabeça.

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Violência contra a mulher (1)

Inscrevi meu blog numa campanha: “Cinco dias de ativismo online pelo fim da violência contra a mulher”. Eu já fui vítima de violência (não física, mas por pouco) e resolvi entrar na campanha. Acho que é uma forma de colocarmos na pauta um assunto que precisa ser debatido. Pretendo contar a minha história, mas ainda estou reunindo coragem para reviver todos aqueles momentos de intensa dor e sofirmento… Prometo postá-la até o fim da semana, pois acho que ela pode servir de incentivo a que as mulheres reajam e lutem pelo seu direito à paz e à integridade (dentre tantos outros enolvidos na discussão). Hoje, fiquem com um texto informativo, em que a autora explica, basicamente: o que é a violência contra a mulher e o que as mulheres devem fazer em caso de violência.

Fiquem de olho aqui no blog, pois haverá poesia e arte também, sobre um tema tão difícil de ser tratado por mim.

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER 

Renato Ribeiro Velloso

 

Na esfera jurídica, violência significa uma espécie de coação, ou forma de constrangimento, posto em prática para vencer a capacidade de resistência de outrem, ou a levar a executá-lo, mesmo contra a sua vontade. É igualmente, ato de força exercido contra as coisas, na intenção de violentá-las, devassá-las, ou delas se apossar.

Existem vários tipos de armas utilizadas na violência contra a mulher, como: a lesão corporal, que é a agressão física, como socos, pontapés, bofetões, entre outros; o estupro ou violência carnal, sendo todo atentado contra o pudor de pessoa de outro sexo, por meio de força física, ou grave ameaça, com a intenção de satisfazer nela desejos lascivos, ou atos de luxúria; ameaça de morte ou qualquer outro mal, feitas por gestos, palavras ou por escrito; abandono material, quando o homem, não reconhece a paternidade, obrigando assim a mulher, entrar com uma ação de investigação de paternidade, para poder receber pensão alimentícia.

Mas nem todos deixam marcas físicas, como as ofensas verbais e morais, que causam dores,que superam, a dor física. Humilhações, torturas, abandono, etc, são considerados pequenos assassinatos diários, difíceis de superar e praticamente impossíveis de prevenir, fazendo com que as mulheres percam a referencia de cidadania.

A violência contra a mulher, não esta restrita a um certo meio, não escolhendo raça, idade ou condição social. A grande diferença é que entre as pessoas de maior poder financeiro, as mulheres, acabam se calando contra a violência recebida por elas, talvez por medo, vergonha ou até mesmo por dependência financeira.

Atualmente existe a Delegacia de Defesa da Mulher, que recebe todas as queixas de violência contra as mulheres, investigando e punindo os agressores. Como em toda a Polícia Civil, o registro das ocorrências, ou seja, a queixa é feita através de um Boletim de Ocorrência, que é um documento essencialmente informativo, todas as informações sobre o ocorrido visam instruir a autoridade policial, qual a tipicidade penal e como proceder nas investigações.

Toda a mulher violentada física ou moralmente, deve ter a coragem para denunciar o agressor, pois agindo assim ela esta se protegendo contra futuras agressões, e serve como exemplo para outras mulheres, pois enquanto houver a ocultação do crime sofrido, não vamos encontrar soluções para o problema.

A população deve exigir do Governo leis severas e firmes, não adianta se iludir achando que esse é um problema sem solução. Uma vez violentada, talvez ela nunca mais volte a ser a mesma de outrora, sua vida estará margeada de medo e vergonha, sem amor próprio, deixando de ser um membro da comunidade, para viver no seu próprio mundo.

A liberdade e a justiça, são um bem que necessita de condições essenciais para que floresça, ninguém vive sozinho. A felicidade de uma pessoa esta em amar e ser amada. Devemos cultivar a vida, denunciando todos os tipos de agressões (violência) sofridas.

 

Bibliografia.
· Silva, De Plácido e – Vocabulário Jurídico, Rio de Janeiro, 1998. 1. Direito – Brasil – Vocabulários, glossários etc.I.Título – Editora Forense, 1998.
· Eluf, Luiza Nagib – Crimes contra os costumes e assédio sexual / Luiza Nagib Eluf – Ed.condensada – São Paulo: Editora Jurídica Brasileira, 1999.
· Vários autores – Manual operacional do policial civil: doutrina, legislação, modelos / coordenação Carlos Alberto Marchi de Queiroz – São Paulo: Delegacia Geral de Polícia, 2002.
· Brasil – Código Penal / coordenação Mauricio Antonio Ribeiro Lopes – 5.ed.ver., atual.e ampl. – São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2000. – (RT Códigos)

* RENATO RIBEIRO VELLOSO (renatov@matrix.com.br), Membro do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais – IBCCrim, Pós-Graduando em Direito Penal Econômico Internacional, pelo Instituto de Direito Penal Econômico e Europeu da Universidade de Coimbra, Portugal

Disponível em: http://www.portaldafamilia.org.br/artigos/artigo323.shtml

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